sexta-feira, 8 de abril de 2011
O Massacre no Rio
terça-feira, 5 de abril de 2011
| Posição | Escola: |
| 28º | Professor Oscar Alves Janeiro |
| 44º | Ignácio Zurita Jr. |
| 72º | José Ometto |
| 87º | Prof. Vicente Ferreira dos Santos |
| 250º | Profa. Maria Rosa Nucci Pacífico Homem |
| 467º | Carlota Fernandes de Souza Rodini |
| 814º | Dr. Cesário Coimbra |
| 853º | Francisco Graziano |
| 1163º | Profa. Judith Ferrão Legaspe |
| 1783º | Profa. Yolanda Salles Cabianca |
| 2619º | Maximiliano Baruto |
| Posição | Escola: |
| 122º | Francisco Graziano |
| 149º | Prof. Vicente Ferreira dos Santos |
| 890º | Carlota Fernandes de Souza Rodini |
| 1427º | Profa. Yolanda Salles Cabianca |
| 1435º | Maximiliano Baruto |
| 1439º | Profa. Maria Rosa Nucci Pacífico Homem |
| 1491º | Dr. Cesário Coimbra |
| 2034º | Profa. Judith Ferrão Legaspe |
terça-feira, 29 de março de 2011
E o lixo venceu... vamos, então, falar sobre “data-base”
quinta-feira, 24 de março de 2011
Na contramão do Mundo
- Cada usina construída custa bilhões;
- Elas são feitas por empreiteiras, que são as maiores doadoras para companhas políticas;
- Cada usina traz, também, cargos para serem ocupados, muitos cargos!
- Depois de construídas, toda usina arrecadará dinheiro, que será administrado pela “base aliada” de qualquer governo.
terça-feira, 15 de março de 2011
A difícil posição de "vidraça"
sábado, 5 de março de 2011
Inclusão escolar dos portadores de necessidades especiais
Ensino retroo
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Esclarecimento e pedido aos senhores vereadores
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
A moda agora é “terceirização”
Como a prefeitura diz “não dar conta da limpeza do entulho da cidade”, querem terceirizar esse serviço, que passaria a ser cobrado, logicamente!
Se olharmos por este prisma e formos terceirizar tudo o que a prefeitura não tem dado conta, terceirizaríamos a saúde, a educação, a (…). O que não seria tão ruim, pois, se uma empresa contratada fosse responsável pelo ensino, o que cobraríamos dela seria resultados; e, certamente, não se contrataria pessoas pela filiação partidária, pelo tamanho da igreja que a apoia ou pelo grau de amizade, já que o critério passaria a ser competência (não que nestes lugares não existam pessoas competentes, mas só nestes lugares?!).
Vejam bem: não sou totalmente contra as terceirizações, alguns Estados “terceirizaram” os seus presídios e são estes os poucos onde celular não entra, não há rebeliões, ou seja, preso fica preso! Mas tem um porém, eles não criaram nenhuma cobrança à parte por isso , pois já pagamos impostos demais.
Voltando à educação, infelizmente esta não é vista como investimento e sim como gasto. Para nossos governantes a educação tem que dar “lucro” e “se possível” resultados, o que é lamentável. Por que vocês acham que as prefeituras - assim como fez a de Araras – brigam para municipalizar o ensino? Alguém acredita que, se não viessem rios de dinheiro com a municipalização, alguma prefeitura iria querer mais essa responsabilidade, acredita?! A maioria dessas prefeituras não dava conta nem do que era de sua competência e, no entanto, quiseram “abraçar” mais isso, tudo pensando nas verbas.
É lógico que quando se fala em terceirizações alguns poderiam se perguntar do “por quê?”.
Vários estudiosos do assunto afirmam, categoricamente, que certos tipos de terceirização são a maneira mais fácil para a obtenção de “propinas”. O Ministério Público já conseguiu diversas liminares na justiça impedindo que alguns municípios fizessem isso.
Já a minha opinião sobre a terceirização da coleta de entulhos é bem simples: é um sinal claro de incompetência!
Recentemente Ronaldo “O Fenômeno” anunciou a sua aposentadoria, disse “não estar dando conta das dores do corpo”. Assim como jogador que “não dá conta” se aposenta, político que “não dá conta” poderia renunciar, afinal, não existe nem multa rescisória e com a bolinha que estão jogando... ninguém sentirá falta! Mas se forem continuar, o que acredito, façam ao menos um regime, vocês não têm hipotireoidismo, então enxuguem a máquina, as secretarias estão obesas e precisam perder alguns quilinhos. E outra coisa, “O Fenômeno” pelo menos nos deixou coisas boas na memória, já vocês, o que deixarão?
Ah, para os mais “velhos”, por favor, me escrevam para dizer se já viram a nossa cidade tão suja e mal cuidada como agora, já viram? Certamente quando faltarem seis meses para as próximas eleições, tudo ficará uma maravilha.
LRDantas
http://professor-dantas.blogspot.com/
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Falando a verdade I
Falando a verdade
Recentemente ao participar de uma reunião de professores cuja pauta era "discussões das propostas curriculares", fui “apresentado” a essa frase: “o aluno tem o direito de aprender”. Será que alguém não sabia disso??? A questão é: será que todos sabem que os professores também têm o direito de ensinar? Mas como ensinar em salas de aulas superlotadas? Como ensinar alunos que não estão comprometidos com o ensino?
Infelizmente quando os governos criam “esmolas sociais”, como o Bolsa Família, e vincula o seu recebimento à frequência escolar, cria-se alunos compromissados com a frequência e não com o aprendizado. Devemos repensar esse critério, pois estamos “dando” sem cobrar efetivamente nada em troca; talvez devêssemos atrelar o recebimento desses auxílios não à frequência, mas sim ao aprendizado.
Hoje temos alunos que não fazem nada em sala de aula, só estão lá para garantir o recebimento dessas “bolsas”. Será que eles não mudariam essa postura se lhes fossem cobrado um pouco mais do que só a frequência? Sabemos que “tudo que é fácil não se dá valor”..
É lógico que o objetivo dessas “esmolas” é o retorno político; afinal, é muito mais interessante que um grande número de pessoas recebam ao invés de um número menor, pois isso poderá virar “votos”. Quando o governo decide ampliar essa “esmola” para os jovens de dezesseis e dezessete anos que frequentem a escola (novamente “frequência” apenas), seria muita ingenuidade achar que isso não tem nada a ver com o fato desses jovens já poderem votar... Não sejamos tolos!
Para encerrar, gostaria de deixar bem claro que não sou contra esses auxílios, só estou questionando o critério usado pelos governos para garantir o seu recebimento, e só a frequência não é a melhor maneira, talvez se usassem o rendimento escolar, resolveríamos dois grandes problemas ao mesmo tempo... pensem nisso.
L.R.Dantas
dantas1503@yahoo.com.br
Falando a verdade II
Acontece algumas coisas engraçadas no nosso sistema educacional. De um lado dizem que é “antipedagógico” separar os alunos em turmas homogêneas (em outras palavras, colocar os bons com os bons, os médios com os médios...), há teses e teses defendendo esse ponto de vista. E, embora as escolas, de diversos estados, que utilizaram a separação por nível de desempenho tenham obtido os melhores resultados nos mais diversos tipos de avaliações, parece que isso não é o bastante para mudarem algumas “cabeças”.
Vamos então às incoerências geradas por essas pessoas: são contra as turmas homogêneas, mas as escolas técnicas do estado, que são citadas como as que tiveram os melhores resultados nas últimas avaliações, só são freqüentadas por quem é aprovado em um “vestibulinho”, ou seja, são alunos selecionados, grupos homogêneos! E sabe o que é injusto? É que os professores que formaram essa “elite” de alunos que foram aprovados nesses vestibulinhos não têm o seu trabalho reconhecido. O governo paga um bônus maior para os professores que “correm” o último quilometro e esquecem que alguém “carregou” aquele aluno até ali, isso não é certo, isso não é justo! Experimentem distribuir essas vagas por sorteio, quero ver se essas escolas conseguirão os mesmos resultados.
Outro absurdo é que esses professores que ministram aulas nessas escolas técnicas não são nem mesmo concursados, são escolhidos numa banca que muitas vezes se torna uma banca de amigos. É como se o concurso público onde você competiu com mais de 100 mil professores tivesse um valor menor do que uma escolha feita por uma banca com nem meia dúzia de pessoas. E a incoerência continua, pois o governo está dizendo que irá aumentar o salário dos professores de acordo com os resultados obtidos por seus alunos. É como se o professor que ministra aulas numa escola heterogênea, com turmas heterogêneas, em bairros carentes, com alto índice de criminalidade, de problemas familiares, etc., fatores que influenciam no aprendizado, fosse ele “o professor” o culpado por tudo isso. Será que ninguém vê que as escolas “normais” não trabalham com alunos selecionados assim como fazem as escolas técnicas?
Recentemente os professores das escolas técnicas receberam um aumento acima de 40%, enquanto os professores estaduais continuam na esperança (talvez devêssemos tentar a loteria, a probabilidade será maior).
Por fim gostaria de fazer um pedido aos responsáveis pelas escolas técnicas: realizem concursos para a contratação de seus professores, deem uma chance para os que carregaram o peso por 99 km de terminarem o percurso, e quem sabe um dia também serem valorizados.
L.R.Dantas
dantas1503@yahoo.com.br
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Futebol X Educação
Texto publicado em 22/07/2004
Dizem que o Brasil é o país do futebol, mas também é o país da corrupção, da miséria, da desigualdade social, da cachaça, do turismo sexual, da exploração infantil,... pena que não sejamos o país da educação.
O brasileiro vive com uma renda mensal baixíssima e mesmo assim consegue gastar o pouco que ganha indo a estádios de futebol; não dá para entender. A riqueza que o futebol proporciona a alguns jogadores de grandes times faz com que a profissão de jogador seja objeto de sonho de muitos de nossos jovens, especialmente os mais carentes. Por esta razão, é que eu acho que o governo deveria exigir um mínimo de escolaridade para que uma pessoa se tornasse jogador de futebol. Muitas crianças com dificuldade escolar, quando o professor questiona: “sem estudar o que você quer ser na vida?”, logo ele ouve a resposta: “eu não preciso estudar, vou ser jogador de futebol”. Talvez essa ideia de que para ser jogador de futebol você não precisa de estudos exista muito em função das “besteiras” que costumamos ouvir de alguns de nossos grandes craques, coisas do tipo “nóis tamo bem trenado”, “nóis nus preparemo muito para esse jogo”, etc.
Estes jogadores não percebem que eles prestam um desserviço a educação. Afinal, como ídolos de muitas crianças, estes deveriam se preocupar em dar bons exemplos para os mesmos. Mas quando numa entrevista um jogador diz que fugia da escola para jogar futebol, ou que estudou até a 8ª série, que tipo de exemplo ele acaba dando?
Somos sim o país do futebol, mas temos que ser também o país da educação. Afinal, quantos Ronaldinhos existem? Quantos Cafús existem? Todos devem acreditar em seus sonhos, mas mantendo sempre um pé na realidade. Não se pode negar as estatísticas, e ela mostra que não é a maioria que consegue vencer nessa profissão.
Acreditemos, pois, nos estudos, já que o sonho pode ser tirado de você, mas conhecimento não!
A França está bem mais próxima...
Imaginem essa matemática: alguém começa a trabalhar aos 16 anos, aos 51 ele terá 35 anos de contribuição... aposentadoria! Durante esse período ele pagou 11% de seu salário mensal para a previdência, o que quer dizer que em um ano ele contribuiu, já corrigido, com menos de 1 salário e meio para a sua aposentadoria. Isso significa que em 35 anos ele terá contribuído com aproximadamente 53 salários. Se fizéssemos uma conta “fria”, aproximada, sem levar algumas coisas em consideração, diríamos que ele teria uns 4 anos e meio de salários para receber (53 dividido por 12).
Agora voltemos ao nosso “jovem” de 51 anos que estaria se aposentando. A expectativa de vida atual, veja bem: ATUAL, é de 73 anos, o que quer dizer que ele teria que receber por 22 anos tendo pago o suficiente para 4 anos e meio, lembra? Essa conta não fecha! Ah, se ele for casado e vier a morrer aos 73, sua esposa – cuja expectativa de vida é maior, 77 anos – continuará recebendo, isso em pleno século XXI. As mulheres contribuem por um tempo menor e recebem por um tempo maior, e a tal da “igualdade”?
Veja bem, eu sei que existem variáveis que incrementam os números a nosso favor, os trabalhadores, mas não podemos esquecer dos milhões que nunca contribuíram e que foram “contemplados” com a aposentadoria. Afinal, é muito fácil dar dinheiro nesta país, vira voto! O problema é: quem pagará a conta?
Precisamos, como a França, de uma nova reforma da previdência. E que ela acabe com as aposentadorias especiais como a dos militares, cujas filhas não se casam e assim continuam recebendo até o fim de suas vidas ( são duas gerações se beneficiando de uma única contribuição), a dos políticos,... etc. O difícil é acreditar que quem faz as leis, faça algo que vá contra os seus próprios privilégios, afinal, nossos políticos são rápidos para aprovarem leis que os favoreçam, todos viram o que fizeram para aumentar seus próprios salários. Se nosso povo não fosse tão “pacífico”, talvez fossemos para as ruas “brigar” contra tamanha palhaçada; e a palavra é palhaçada mesmo, pois quando se trata de aumento de salário para o povo os índices são pífios, já para os nossos políticos 62%.
Uma pequena mensagem para os funcionários públicos do nosso município, existe sim a possibilidade de termos problemas sérios para recebermos nossas aposentadorias, pois, infelizmente, para um lugar tão importante como a ARAPREV, os candidatos eleitos são votados levando-se em consideração muito mais a relação de amizade do que a capacidade técnica para exercerem suas funções. Só não se esqueçam que de nada adiantará reclamar futuramente dos erros cometidos no “passado”.
LRDantas
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Araprev
estava olhando o "morterith" deste mês e reparei que a ARAPREV é descontada sobre o 1/3 de férias... legal!!!!
Quer dizer que quando eu me aposentar irei receber 1/3 nas férias???
Alguém pode me responder isso????
Estou no aguardo... assim como o aumento de salário... estou no aguardo!
Afinal, o Papai Noel veio, o coelhinho da páscoa veio... só falta o aumento!
Ah, quase me esquecia: "não tem dinheiro", mas a secretaria irá mudar de endereço e passará a pagar de aluguel o dobro do que pagava, também terão novos carros, mais funcionários (alguns sindicatos irão fechar...rsrsrsrs). Eu só queria saber em que posição na "lista de prioridades" encontra-se a VALORIZAÇÃO DO PROFESSOR. Está na lista, né?
Tenhamos todos um ótimo 2011!
Afinal, a nossa felicidade não depende deles... pelo menos, a minha não!
dantas1503@yahoo.com.br
Feliz!