quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Escola de Tempo Integral... a prefeitura que não "abra o olho"!

"Caro Educador,
A Secretaria de Estado da Educação de São Paulo promove o processo de credenciamento para atuação no Novo Modelo de Escola de Tempo Integral em toda a rede estadual.
São duas mil vagas para professores e gestores, em regime de dedicação exclusiva, totalizando 40 horas semanais, e para isso recebem gratificação de 75% sobre o salário-base.
As inscrições estão abertas até 04/10/2013.
Para participar deste novo modelo, o educador deve atender aos seguintes critérios:
§ Situação funcional:
o titular de cargo de Diretor;
o titular de cargo de professor (PEB I, PEB II);
o ocupante de função-atividade (OFA) amparado pelo disposto no § 2º do artigo 2º da Lei Complementar nº 1.010, de 1º de junho de 2007, e nos termos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
§ Formação: licenciatura plena
§ Experiência na rede pública estadual: no mínimo 3 anos
§ Adesão voluntária ao Regime de Dedicação Plena e Integral
§ Docentes que se encontrem em situação de readaptação, neste caso apenas para atuação em Sala/Ambiente de Leitura.
Para consultar a lista de escolas participantes do programa clique aqui.
Quais as etapas do processo de credenciamento?
I – Inscrição (11/09 a 04/10/2013): o profissional que se candidata para atuação no programa deverá fornecer informações para contato e preencher uma ficha de inscrição com informações profissionais, no link www.educacao.sp.gov.br/cadastro-ensino-integral (utilize a senha pei2014)
II – Entrevistas: em que será avaliado o perfil do profissional para atuação no modelo pedagógico e de gestão a ser desenvolvido nas escolas estaduais do Novo Modelo de Escola de Tempo Integral, mediante avaliação por competência.
Acesse o portal da Secretaria para obter maiores informações: http://www.educacao.sp.gov.br/portal/projetos/escola-de-tempo-integral".

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Onde comprar suplementos, vitaminas,..., direto dos Estados Unidos?

Não costumo utilizar este espaço para isso, mas acabo de receber os produtos que comprei, pela internet, da empresa iHerb  http://www.iherb.com/?rcode=QBK532 e confesso que fiquei muito satisfeito.  Só pra terem uma ideia, 250 comprimidos de vitamina C de 1000 mg saiu por 38 reais... reais! (e ainda é a com Rose Hips) 
A compra foi feita no início do mês, demorou 3 semanas para chegar, mas chegou!   O vencimento dos produtos é melhor do que muitas compras que já fiz aqui no Brasil, tudo para 2016.  O sistema de compra é feito por cartão de crédito internacional, você faz o cadastro e eles fazem uma "simulação" de venda, geralmente em valores pequenos, tipo 1 a 2 dólares, só depois de confirmado o pagamento pelo cartão você receberá um código que permitirá a compra dos itens... uma segurança para os dois lados!   Ah, o valor dessa "simulação" é creditado depois na sua conta, ou seja, não tem custo!   A primeira compra te dá 10 dólares de desconto e o único problema é que vc não pode "encher" o carrinho... há um limite de peso para o envio, então , se não conseguir concluir a compra é só começar a tirar alguns itens do carrinho.
Existem outros sites bem recomendados, estou fazendo compras em alguns deles, assim que receber as mercadorias desses sites poderei dar a minha opinião.
Ah, você pode vir a ser "taxado" aqui no Brasil, mas ainda assim a compra compensa.  Eu tive que pagar uma vez, mas agora não... é "sorte".


quarta-feira, 21 de agosto de 2013

"Imparcialidade"... Jornal sem Opinião

É impressionante o que um Jornal sem opinião é capaz de fazer... deveriam mudar o nome para "Jornal Bebezinho", ou algo assim.

Colocar uma foto do Bebezinho Cacharrel ocupando 99,9% da capa, só para dizer que ele - JUNTO COM OUTRA VEREADORA - obtiveram a resposta sobre um questionamento feito à Administração Municipal... é dose!
Cadê a foto da vereadora... cadê???

Imparcialidade é isso???

Quando ligarem vendendo assinatura divulguem o novo nome do jornal "Jornal Bebezinho"!


Reparem que isso é algo frequente... logo divulgarão imagem dele tirando "caca" do nariz, e com foto na capa!!!    "Bebezinho já aprendeu a se limpar... sozinho!"


terça-feira, 20 de agosto de 2013

MEC divulgada nota falando sobre as APAEs

O Ministério da Educação acredita que o atendimento de estudantes com deficiência precisa ser feito de forma integrada, por meio de um conjunto de ações para garantir o pleno desenvolvimento deste público. Uma das ações neste sentido é o financiamento, por meio do Fundeb, da matrícula dos estudantes com deficiência nas escolas regulares e também o financiamento do chamado atendimento educacional especializado, que pode ser feito na escola durante o período do contra turno ou em instituições especializadas. Esse direito está em consonância com a "Declaração Universal dos Direitos Humanos" e outras convenções compartilhadas pelos Países Membros das Nações Unidas.
O MEC entende que estudantes com deficiência têm especificidades e precisam ter atendimento mais individualizado. No entanto, o atendimento individualizado deve dialogar com a escola em que o aluno está inserido. O MEC entende que é fundamental para o aluno com deficiência acessar as escolas regulares para ter experiência e convivência escolar com outros estudantes. É importante também que os estudantes que não possuem deficiências aprendam a lidar e respeitar as diferenças. Isso faz parte do processo de socialização, que se inicia na escola.
Nos últimos anos, o MEC tem investido para garantir cada vez mais o acesso à educação de qualidade. Entre as ações realizadas estão a construção de salas de recursos multifuncionais e a capacitação de professores.
Estes investimentos geraram resultados, conforme apontam os dados do Censo da Educação Básica. Em 1998, somente 337.326 estudantes com deficiência estavam matriculados na rede de ensino da educação básica. Com os esforços inclusivos feitos pelo governo federal, sociedade civil, pais, alunos, professores, governos estaduais e municipais, em 2012, 820.433 estudantes com deficiência estavam matriculados na educação básica. Os avanços também foram verificados no número de matrículas da educação superior. Em 2003, eram 5.078 estudantes com deficiência matriculados. Em 2011, já eram 23.250.
O objetivo do MEC é construir uma política educacional inclusiva com o apoio de todos. Portanto, cabe esclarecer que as APAEs não vão deixar de existir. O modelo de educação inclusiva defendida pelo MEC é apoiado também por entidades especializadas no atendimento de pessoas com deficiência, como por exemplo, a Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down, e também por entidades como a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).

Nota divulgada pelo MEC no dia 19/08/2013
Fonte: SBNotícias

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Dados interessantes


Notícia 1 (em 2009):
07/12/09 a 14/12/09
Alunos da rede municipal de Altinópolis, na região de Ribeirão Preto (interior paulista), estão sendo gravados. O monitoramento por câmeras nas salas de aula e no pátio começou há 15 dias na escola Padre Geraldo Trossel e deve ser estendido pela prefeitura a outras unidades da rede.
A partir do início do próximo ano letivo, os pais terão acesso, via internet, ao vivo, às imagens gravadas nas salas de aula.
Você concorda com essa medida?
Sim : 73,79%
Não: 26,21%



Notícia 2 (em 2013):

Notas do IDESP mostram grande evolução na educação de Altinópolis

Dados do IDESP – Índice de Desenvolvimento do Estado de São Paulo, divulgados pela Secretaria da Educação de São Paulo, nesta semana, mostram que a Rede Municipal de Ensino de Altinópolis progrediu em suas notas dos 5º anos do ensino fundamental em relação aos anos de 2010, 2011 e 2012.
O IDESP leva em conta dois fatores, que interferem na qualidade da educação: rendimento escolar (taxas de aprovação, reprovação e abandono) e médias de desempenho na prova do SARESP.
Assim, para que o IDESP de uma escola ou rede cresça, é preciso que o aluno aprenda, não repita o ano e freqüente à sala de aula. A prova SARESP avalia o desempenho dos estudantes, em Língua Portuguesa e Matemática
Na avaliação dos 5º anos, a Rede Municipal de Altinópolis alcançou a média 4,87 ficando acima das notas 4,28 do Estado de São Paulo e 4,69 da região de Ribeirão Preto.
Veja os avanços das Escolas Municipais:
5º Anos    
Escola    2010    2011    2012
Alayde    4,48    5,02    5,07
Trossel    3,53    3,94    4,58
Carmem    3,17    3,70    4,65
Ermelinda    5,11    4,44    5,39

...preciso fazer mímica ou dá pra entender?

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Tristes Festas Juninias - parte II


O texto abaixo foi escrito há muitos anos atrás, mas infelizmente continua atual.    A diferença é que agora além do cachorro quente e pastel por R$ 3,00, temos escola MUNICIPAL que também vende CERVEJA por R$ 3,50!!!    Vai uma BRAHMA aí Brambilla???

É lamentável o que ocorre em algumas escolas públicas nessa época do ano.  Infelizmente, em muitas dessas escolas, a razão principal para a realização das festas juninas é muito mais a melhoria do caixa da A.P.M. do que a celebração em si.   Não tenho nada contra as festas, pois, vivemos no Brasil, país onde tudo é festa, onde criminoso "da direita" é assassino, e o "da esquerda" é herói; mas vou deixar a política de lado neste momento para voltar a falar sobre as "festas".   Quando uma escola se vê "obrigada" a vender: docinhos, cachorro-quente, pipoca, refrigerante, etc., mesmo que pelos motivos mais nobres, não estaria ela esquecendo que muitos de nossos alunos vão à escola para comer?  Ou seja, muitos não têm condições de comprar o que é vendido por ela.    Será que ninguém vê aquele aluno no "canto", olhando o amiguinho comendo algo que ele não pode comprar?   
     Quero deixar bem claro que não estou fazendo uma crítica às escolas, pois muitas são quase que obrigadas a agirem assim.   Bom seria se elas não precisassem arrecadar dinheiro com estas festas, bom seria se todos pudessem comer e beber à vontade para que não houvesse ninguém se sentindo - desde pequeno - um excluído.    Afinal, com tanto dinheiro que vemos ser desperdiçado pelos nossos governantes, tenho certeza que se os responsáveis buscassem apoio nos lugares certos, teríamos facilmente festas juninas mais felizes e democráticas.    Não  é certo que em uma festa organizada por uma entidade pública, só coma um cachorro-quente quem tiver dinheiro para comprá-lo.
     As escolas têm obrigação de buscarem a justiça social, e justiça social também é isso: festas para todos, comida para todos, direitos iguais para todos.     As escolas públicas não podem, em momento algum, sob nenhum tipo de pretexto, serem objetos de exclusão.     Quem sabe no próximo ano, ou na próxima festa, possamos olhar para os "cantos" e vermos todos felizes.
     Quem sabe no próximo ano, ou na próxima festa, eu possa estar aqui escrevendo sobre um novo Brasil.
     Ainda não foi desta vez!

Ah, parabéns para a Direção da escola Carlota, lá a festa junina teve o melhor cuscuz de Araras, cachorro quente, pipoca... festa... tudo para os alunos/professores/funcionários... grátis... como deve ser!

LRDantas
dantas1503@yahoo.com.br
http://professor-dantas.blogspot.com

terça-feira, 4 de junho de 2013

O ex-funcionário e o desvio de função


            Em decisão tomada em primeira instância, um ex-funcionário da prefeitura conseguiu o direito de receber a diferença salarial que existia entre o cargo para o qual ele havia prestado concurso e o cargo que ele realmente exercia.      Cabe recurso e espero que a prefeitura recorra, pois todos sabem do perigo que uma decisão como essa representa, uma vez que o número de funcionários em desvio de função dentro da prefeitura é tanto que beira ao absurdo.     Desconheço repartição que não tenha o seu caso, afinal, quanto não são os “falsos serventes” que prestaram concurso já sabendo que seriam “desviados” da função, uma vez que é difícil de acreditar que uma pessoa com nível superior completo tenha prestado concurso para tal cargo imaginando que exerceria essa função um minuto que seja.    Temos dentro da secretaria da educação serventes desempenhando outras funções, dentro de postos de saúde, de departamentos, de..., todo lugar! (muitos deram um jeito de “legalizar” esses desvios conseguindo ocupar os tais cargos comissionados – assessores de gabinete – e fazem isso já tem muito tempo, o que criou certo “comodismo”, tanto que eles nem pensam em prestar outro concurso para deixarem essa situação).
            Eu gostaria de ver publicada a lista de todos os funcionários da prefeitura, com seus cargos e funções explicitados.      Tenho certeza que muita gente se surpreenderia com os nomes que apareceriam nela, especialmente a lista dos serventes, onde nomes de pessoas conhecidas, de famílias tradicionais, estariam presentes.     Pena que a tal transparência não chegue nunca por aqui, pena que a nossa justiça – que deu ganho de causa para esse ex-funcionário – não cobre do município o cumprimento da lei, ou seja, acabe com os desvios de função (cadê o Promotor?).     Pena que nossos vereadores, tão preocupados em nomear ruas, conseguir vagas para alunos já matriculados,..., não consigam enxergar a bomba relógio que essa decisão judicial pode ser.

            Não dá mais para ficar brincando de ocupar cargo,  brincando com as leis, brincando com o dinheiro público!   E por falar em dinheiro público... será que a Araprev receberá o percentual a que tem direito sobre o valor que esse ex-funcionário receberá?  Tem que receber corrigido pelos mesmos índices usados pela justiça, estou certo?

LRDantas

sábado, 4 de maio de 2013

Jornada de dois terços: Fatos x Mentiras


"Os professores da rede estadual de ensino de São Paulo têm assegurada uma jornada em sala de aula fixada em dois terços de sua carga horária total — o máximo permitido pela lei. O Estado já tem o salário-base inicial de docentes 59,5% acima do atual valor mínimo estabelecido por essa mesma legislação.
Tomando como exemplo a jornada diurna total de 40 horas semanais —que preencheriam 48 aulas de 50 minutos, se não houvesse jornada extraclasse—, a norma instituída em 19 de janeiro faz os dois terços (66,6%) da jornada em classe corresponderem a 32 aulas, ou seja, 26 horas e 40 minutos. E as atividades extraclasse passam a somar 13 horas e 20 minutos, o equivalente a 16 aulas, portanto, um terço do total (33,3%).
Fatos
Apesar dos fatos embasados em dados que comprovam o cumprimento da lei, foi criado um impasse em torno do assunto pela Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) para confundir a sociedade.
A reivindicação do sindicato não é, na realidade, pelo cumprimento da jornada em classe de 2/3 da carga horária total de trabalho, que é o mínimo estabelecido pela Lei do Piso. Na verdade, o que a Apeoesp quer, mas não reconhece, é uma jornada em classe ainda menor que o mínimo exigido pela legislação. A entidade tenta se justificar por meio de explicações tortuosas, seja confundindo horas com aulas, seja usando a noção de hora-aula, que não existe na lei.
Tendo como exemplo a carga horária maior, que é de 40 horas semanais, a entidade se recusa a considerar como tempo para atividade extraclasse as 5,5 horas semanais que correspondem aos intervalos de aulas que não existem mais, mas que continuam a ser remunerados. Essas 5,5 horas (330 minutos) compreendem 30 minutos a mais do que as 6 aulas de 50 minutos (ao todo 300 minutos) que a Apeoesp quer descontar da jornada em classe de 32 aulas estabelecida pela Secretaria da Educação, que é exatamente 2/3 da carga horária total de 40 horas. Ou seja, 32 aulas de 50 minutos correspondem a 1.600 minutos, que são precisamente 2/3 de 2.400 minutos ou 40 horas.
Além de não admitir que conta intervalos já extintos, o sindicato não admite também que em 2006 reconheceu o tempo a eles correspondente como horário para atividades em local de livre escolha pelo docente, o que na lei é parte da jornada extraclasse. Ou seja, não pode ser contado como horário para atividade em classe, como agora alega a Apeoesp.
Como já havia declarado o professor Herman Voorwald, secretário da Educação do Estado de São Paulo, “fica mais evidente, dia após dia, que foi orquestrada uma campanha destinada à desinformação em torno da contagem das horas extraclasse. Aqueles que, em 2006, reivindicaram que fosse considerado como horário extraclasse o somatório dos extintos intervalos de aulas — e que comemoraram como vitória o atendimento desse pleito — hoje fingem que nada disso aconteceu para poderem, sem nenhuma razão, acusar o governo de não cumprir a Lei do Piso.” O secretário ainda destacou que “felizmente, nosso magistério, que não se deixou levar por essa desinformação, assegurou tranquilidade na atribuição de aulas e no início do ano letivo com nossos alunos. Temos certeza de que na Justiça a verdade prevalecerá.”"
                                                                                 Fonte: site da secretaria da educação

ALGUÉM ACREDITA REALMENTE QUE SE ALGUM DIA, FAZENDO USO DE QUALQUER DESCULPA PEDAGÓGICA, ALGUM INTELECTUANAL  VIER A ACHAR  QUE AS AULAS DEVAM TER 20 MINUTOS DE DURAÇÃO, QUE NOS PAGARÃO 3 AULAS EM 60 MINUTOS???  
Nestes cálculos eu concordo com o Estado!

sexta-feira, 12 de abril de 2013

"Aumento salarial"... e os 11%


Não queria mais falar sobre este assunto: “aumento salarial”, mas depois que o "jornal bonezinho" saiu com esta matéria – brincadeira de criança – onde aquele que “se preparou para isso” diz coisas do tipo: “aumento justo”, “11%”, “o orçamento da prefeitura tem condições de pagar”, [...], foram tantas besteiras, em tão pouco espaço, que me senti na obrigação de proferir algumas palavras.

Primeiro eu perguntaria que contas ele fez para chegar a esse índice, deve ter sido: 10 + 1 = 11%.    É     que outro vereador já havia proposto 10%, então, como ele quis propor mais, fez estas contas difíceis     (10 + 1 = 11), só para dizer que a proposta dele é a maior.
Se algum outro vereador tivesse proposto 15%, ele proporia 16% (conta difícil: 15+1 = 16).

Pessoal, parem de querer se aparecer, especialmente quando não se tem conteúdo/base para falar o que falam.     Se os partidos dos vereadores que assinaram as propostas de aumento (qualquer uma delas) retirassem os cargos comissionados que possuem, certamente poderíamos ter – aí sim – um aumento justo.    E quando falo “justo”, não estou falando dos 11%, mas algo muito superior a isso, afinal, vocês (vereadores) tiveram mais de 36%, e isso sim é muito injusto, pois vocês não merecem!


Professor Dantas


E anotem aí:    Com  as  prefeituras  da   região   remunerando   melhor   os  seus professores (Rio Claro está "importando"  vários  de nossos profissionais), não demorará    e   a   situação   por   aqui   ficará    pior  do  que  está,   pois já temos dificuldades   para   encontrar   interessados   em   trabalhar   na  educação  municipal.



Para encerrar: Tem gente que nunca falou mal da prefeitura, era só elogios, especialmente quando tinha algum membro da família ocupando cargo comissionado (o pai, por exemplo), mas agora nada presta... quanta ingratidão, ou seria quanta falta de moral?

...acho que o leite perdeu o sabor depois que deixaram de "mamar nas tetas"!!!

A melhor definição do que é o PT.



A MELHOR DEFINIÇÃO DO QUE É O PT.

O PT é um partido orientado por intelectuais que estudam e não trabalham,
formado por militantes que trabalham e não estudam,
comandado por sindicalistas que não estudam e nem trabalham,
que estão MUITO RICOS com o apoio de eleitores idiotas que trabalham pra burro e não têm dinheiro nem para comer e nem para estudar.




Fonte: Ricardo Souza pqd/facebook

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Aumento salarial dos servidores

A pergunta não é qual será o aumento, mas sim, por que não é possível termos um aumento maior?

O prefeito disse que a prefeitura não tem condições de suportar um aumento superior ao que tem sido divulgado, ou seja, inflação + 0,72%. Eu acho até que isso seja verdade, mas a questão é: por que nos encontramos nesta situação?

Enquanto temos vereadores preocupados muito mais com aparições na mídia, nos falta quem questione coisas importantes, tipo: quem são, quantos são, onde estão, o que fazem e quanto custam aos cofres públicos os comissionados da prefeitura?????

Eu seria capaz de enumerar vários incompetentes que nos custam algumas dezenas de milhares de reais todos os meses, mas alguém poderia me dizer qual é o número real de “cabides” que temos?

A prefeitura deveria divulgar na página inicial do seu site essas informações, pois assim seria possível acompanharmos quanto tem custado ao município os apoios políticos, uma vez que os cargos comissionados existem – na sua grande maioria – somente para satisfazerem aos pedidos dos partidos da chamada “base aliada”.

Não sei como estão os outros setores da prefeitura, mas na educação os projetos têm sido criados muito mais para satisfazerem às necessidades pessoais, do que visando a melhoria do ensino. Temos professores executando tarefas que nos custariam bem menos se fossem feitas por auxiliares administrativos, mas o problema é que ninguém mais quer ficar na sala de aula.

Em resumo, o que falta à prefeitura não é dinheiro, o que falta é coragem para dizer NÃO aos pedidos dos “padrinhos”, coragem para fazer o que se deve e não o que se pede.

Então, senhor prefeito, divulgue os dados dos comissionados e tenha coragem para fazer o que deve ser feito!

Professor Dantas

http://professor-dantas.blogspot.com

dantas1503@yahoo.com.br